terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Como perder dinheiro com planos PGBL e VGBL - Parte III (final)




-----> ARTIGO SOB REFORMULAÇÃO! <-----



49 comentários:

  1. Muito boa a análise, IF.

    Tenho conversado com muita gente, alguns bem novinhos, começando a vida profissional agora. Sempre falo para aproveitar que são jovens e começar a investir para o futuro.

    Geralmente eles logo dizem "é, estou vendo de aplicar em um plano de previdência privada" e eu já começo a tecer as críticas e recomendar que eles façam contas e analisem com cuidado, busquem informações.

    Abração
    Adriana

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  2. Enfim a tão esperada conclusão! Valeu mesmo Viver de Renda!! ÓTIMO blog. Abraço

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  3. Bons cálculos, mas ainda tenho minhas dúvidas... vc faria a gentileza de disponibilizar pra nós o excel dos seus cálculos? assim podemos dar uma olhada nos fatores

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  4. p.ex., vejo uma falha: vc está considerando que a restituição de IR seria aplicada num VGBL, ou seja, só posso presumir q vc considera que o cidadão já está poupando os seus 12% do limite permitido. O que pode não ser o melhor caso. Suponhamos o seguinte: no ano 1, o cara poupa 7% da renda bruta. No ano 2, ele poupa os mesmos 7% mais a restituição (27,5% de 7% = 1,925%), ou seja, 8,925%, e assim por diante. No limite, ele tangenciará os 12%, aplicando 'do bolso' somente os 7% originais. Em resumo: creio que a comparação justa, aquela que aproveita o máximo o potencial do PGBL, é considerar que toda a restituição é reaplicada *em PGBL*. Gostaria mto de ver o resultado desse exercício (proponho-me a trabalhar no seu excel, se for o caso). Abs, LF

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  5. Luiz,

    A diferença é mínima uma vez que em 2-3 anos ele já atinge o limite, a não ser que estejamos falando de valores muito baixos (2-5%). Além disso, o benefício é mitigado uma vez que, apesar desse reinvestimento gerar restituição, ele vai ser tributado por inteiro e não apenas o rendimento como no VGBL.

    Numa comparação realmente justa eu não utilizaria taxas de adm. tão baixas, 0% de carregamento e o investidor sem cair de boca no fundo por 10 anos. Utilizei exemplos extremos e mesmo assim vimos como o PGBL se comporta mal.

    A verdade é que esses fundos definitivamente não valem a pena, independentemente da estratégia adotada. Eles não possuem todos os benefícios da "time diversification" que se tem aplicando em ações...

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  6. Parabens, uma analise muito seria.
    Tenho recomendado seu blog por ai.
    abracos
    Alexx

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  7. Mais um ótimo artigo pra fechar com chave de ouro a série sobre PGBL! :D



    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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  8. VR, valeu a pena esperar. O raciocínio não matemático, sem calculadoras ou planilhas é simples: não existe rango grátis, banco não é bonzinho. Pergunta do dia: para que ter PGBL ou VGBL se vc mesmo pode abrir uma conta numa corretora e montar seu portfólio de renda fixa/ouro/dólar ou renda variável? Para pagar ao banco por isso!!!!!
    Entrei no PGBL (tenho hoje 160k) sempre pagando no limite da restituição máxima de IR. Nem sempre reinvesti o dinheiro restituído. Meu PGBL tem quase 3 anos. Pergunto a Vc: paro simplesmente de fazer aportes e resgato após 10 anos? (por causa da tabela de impostos). Minha idéia é perder menos dinheiro e procurar colocar em FII ou renda fixa.

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  9. VR, me parece que a conta não é bem essa. A tabela regressiva do IR deve ser aplicada para CADA CONTRIBUIÇÃO ao PGBL. Assim, Se fizer uma aplicação no nono ano e sacar tudo no décimo, sobre essa aplicação feita no nono ano incidirá 35% de IR!

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  10. Rafael, obrigadíssimo pelo toque. Diante desse fato novo eu tenho que refazer todos cálculos e passar a incluir períodos mais longo que 10 anos! A situação é pior do que eu imaginava para o PGBL!

    Para os demais, tenham paciência!

    Abraços!

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  11. Não consegui ser mto claro no primeiro comentário. Vou tentar outra abordagem. Se eu deposito x no primeiro ano, no ano seguinte vou ter restituição de 27,5% de x. Logo, se, nos anos subsequentes, eu depositar somente 72,5% de x (mais a restituição do ano anterior), significará que eu estarei jogando no plano os mesmos x a cada ano (mas tirando do bolso apenas 72,5% de x).

    Então, para a comparação ser justa, teriamos que fazer o seguinte exercício, usando os seus números: i) depósitos anuais de 2.500 em PGBL (que já incorporam as restituições) versus i) depósito em bolsa de 2.500 no primeiro ano + 9 depósitos anuais de 2500x0,725= 1.812,50.
    Para ficar realista, sugiro 0% de carregamento, 2% de adm, e portfolio 49 rv / 51 rf.

    Esse exercício é válido para quem investe até 8,7% da renda bruta anual em PGBL, posso provar em números depois.

    Abs, Luiz Fellipe

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  12. Luiz, entendi perfeitamente. Farei também essa simulação na reformulação do artigo. O cálculo é esse mesmo.

    O investimento limite, nesse caso, não seria de 12/1,275 = 9,412%?

    Abraços!

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  13. Beleza! Fico na expectativa.

    Pelas contas que fiz, seria 8,7% mesmo. Dá pra provar da seguinte forma: se invisto 8,7% no primeiro ano, receberei de volta no ano seguinte 27,5% dos 8,7% = 2,39%. Então no 2o ano invisto mais 8,7% e os 2,39% = 11,09%. No terceiro ano, recebo de resituição 2,39% referentes aos 8,7% do segundo ano e mais 27,5% dos 2,39% reivestidos no segundo ano = 0,66%. Somados aos 8,7% que vou investir nesse terceiro ano, dá 8,7% + 2,39% + 0,66% = 11,75%. E assim por diante. O número se aproximará tangencialmente de 12%, o que indica que os 8,7% são suficientes para 'manter a roda girando'.

    Grande abraço e parabéns pelo blog,
    Luiz

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  14. Em tempo, outra forma mais simples de chegar: os 8,7% são também 72,5% de 12% :)

    Abs

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  15. Olás, tenho outra ressalva qto a PGBL/VGBL: embora remota, há chance de algum governo "animar" em pegar este din-din; isto seria uma grande paranóia, se não tivesse ocorrido exatamente isto no ano passado na argentina, quando o governo "nacionalizou" as previdências privadas (o que me assustou foi que não houve uma revolta geral na argentina, e agora a kirchner quer botar as mãos nas reservas internacionais). Vivemos na américa do sul, ninhos de hugos-chaves, morales e quem mais será que virá por aí? Alguem garante que estamos 100% vacinados? Isto pensando em planos para 20, 30 anos... (e é claro que podem botar a mão em todas poupanças, a la collor, por isto prefiro não colocar todos os ovos na mesma cesta). Eu particularmente venho montando uma reserva "paralela", mas tenho um PGBL corporativo com contra-parte da empresa de 4,4%, 0 de carregamento e 0,5 de adm ao ano, onde contribuo com 7%. O que achas, Viver de Renda?

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  16. Estou aguardando a reformulação =)

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  17. Viver de renda, tenho sempre lido seus posts e gosto muito do que escreve pois assim consigo aprender coisas que ainda nao sabia com os planos de previdencia. Eu tb recem inaugurei meu blog sobre investimentos, mas falo mais do mercado de ações. Acredito tb que possa extrair e aprender algumas coisas por la. Segue ai entao o link.
    abs,
    http://sempreinvestir.blogspot.com/

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  18. Caro Viver de Renda,
    Para quem precisa de SEGURO DE VIDA o VGBL não é uma boa opção para tê-lo resgatável ?

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  19. Anonimo, demorei pra responder mas espero que ainda seja util pra vc:

    Do governo brasileiro eu nao duvido nada. Com um aporte da empresa desse nivel vale a pena sim continuar investindo, diversificar e cruzar os dedos. Nao ha muito mais a ser feito.

    Investmais, bom blog, está no meu feed!

    Drs., é uma boa sim, inclusive por nao ter que passar por inventario. Eu cheguei a comentar isso no artigo antes de retira-lo para reformulacao. O problema eh que paga-se caro por isso.

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  20. Uma estratégia que pode ser interessante é investir em um plano com tributação progressiva e depois aposentar com um valor dentro da faixa de isenção. Será apenas um complemento a mais para a aposentadoria pelo baixo valor, mas pode ter sido um bom investimento por não se pagar imposto em nenhum momento.

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  21. Anônimo acima,

    Não adianta, pois na declaração do IR vc tem que somar todos os seus rendimentos, e o cálculo do valor tributado é sobre toda a renda. Ou seja, se vc terá uma aposentadoria do INSS de 3 mil mais uma pelo teu plano de 1,2 mil, vc pagará imposto em cima dos 4,2 mil, logo fora da faixa de isenção.

    Abs, Luiz Fellipe

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  22. Anônimo, ao contrário do Luiz Fellipe acho que essa estratégia pode ser interessante pra quem não for se aposentar pelo INSS ou não tenha rendimentos tributáveis no período do resgate. No entanto, ainda assim os 15% são tributados na fonte para depois serem devolvidos no ajuste anual. É mais uma das milhões de variáveis para considerar na elaboração do artigo, que está ficando complicado d+ pro meu gosto ante a amplitude das variáveis.

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  23. Senhores,
    e se a tributação escolhida for a regressiva? Este seria o melhor regime pra quem pensa em aposentar-se com rendimentos acima da faixa de isenção? (INSS + Rendimentos do PGBL).
    Parabéns pelo blog. Ótima discussão!

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  24. A tributação regressiva sem dúvida é a melhor nesse caso, afagro. Não que isso torne a previdência privada atraente...

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  25. Deparei-me com seu blog ao pesquisar sobre a rentabilidade histórica de PGBL e VGBL. Fiquei curioso para ler a Parte III (Final) do post a respeito desse assunto. Gostei da sua análise anterior na Parte II e não entendi porque você retirou o post do ar.

    Algo que vale a pena ressaltar é que os produtos de previdência complementar, além do componente financeiro possuem também um componente atuarial que não pode ser deixado de lado.

    Já fiz projeções para clientes corporativos mostrando que excelentes desempenhos de gestores na fase de capitalização ficam para trás quando é usado pela seguradora um fator atuarial muito conservador para converter o saldo acumulado em renda vitalícia.

    Ou seja, produtos de previdência demandam uma análise conjunta de taxas de administração, performance dos investimentos e componentes atuariais. Do contrário, podem levar os consumidores a tirar conclusões incompletas sobre os produtos.

    Note que as seguradoras NUNCA mencionam em seus materiais de marketing o "fator atuarial usado para conversão em renda vitalícia". Por ai você pode perceber a importância desse componente...

    Abraço,

    Eder Costa e Silva

    P.S.: Meu blog fica em "www.nkl2.blogspot.com"

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  26. Prezado,
    Pergunto. Quem investe no PGVL ou VGBL em um banco que quebra tem pelo menos parte de seu dinheiro devolvido por algum fundo ou pelo governo?

    Grato,

    Misael

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  27. Eder, excelente comentário. Eu retirei o artigo pois havia um erro de cálculo na tributação, beneficiando injustamente o PGBL. Além disso, o erro do cálculo tornou necessário simulações com períodos mais longos.

    A tabela atuarial BR-EMS é uma vergonha, um verdadeiro roubo. Você como atuário sabe disso. Nos eua consegue-se uma Annuity com taxas de 5-6% a.a., com reajuste. Já aqui esse mercado é minúsculo, e as ofertas ridículas.

    Meu foco nesses artigos é apenas na fase de capitalização, que já me dá nojo o suficiente do assunto.

    Misael, os fundos são separados do patrimônio do banco, mas não há garantia do governo. É mais um risco a se correr, apesar de pequeno.

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  28. Tenho um plano PGBL com regime tributário progessivo compensável. Pensei em resgatar o valor que tenho no PGBL (R$ 27.000) para complementar gastos com a compra de um imóvel, mas a dúvida é: eu pago 15% na fonte, mais 27,5% de ajuste na declaração anual sobre o valor de resgate antes ou depois do desconto de 15%? Existe uma forma de perder menos dinheiro, utilizando parte desses recursos?

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  29. L.Reis, a forma de perder menos dinheiro com PGBL é sacá-lo imediatamente.

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  30. Você vai voltar a publicar o artigo atualizado? :)

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  31. Pois é, ficamos na vontade sobre o artigo.

    Rebatendo alguns comentários acima: de fato "banco nao eh bonzinho", mas o governo, quando quer ser, é. Esses 27,5% de "cash back" menos de um ano após aplicar o dinheiro nao sao nada despreziveis. Estou convencido de que meu PGBL vale a pena (2% adm e 0% carreg.), e pretendo aplicar mais em dezembro. Pena que nao estamos conseguindo discutir mais o assunto... novamente, se quiser abrir o teu excel, a blogosfera está pronta a te ajudar!

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  32. Minha empresa paga R$0,33 para cada R$1 aplicado na previdência em um plano com tabela progressiva. Levando em conta que dá para sacar depois de 2 anos após o depósito e que meu rendimento já está na faixa dos 27,5% do IR... será que vale a pena?
    um abraço

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  33. li as duas primeiras partes e cheguei aqui.

    pow, estou muito curioso para ver a terceira parte...

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  34. Olá!
    Quando será disponibilizado o final do artigo?

    Obrigado!

    Suas explicações são e serão valio$a$!!!

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  35. Lá vamos nós virar mais um ano e sigo firme no meu PGBL, sempre aproveitando até o limite de 12%. As taxas de adm/carreg tem caído (o HSBC, por exemplo, já oferece planos com 1,5% de adm para 49%RV e 0,8% (!) para RF.

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  36. Viver.de.Renda.

    Gostaria que considerasse 2 planos específicos.
    O plano de aposentadoria em que a empresa se compromete a depositar a mesma quantia que você, até um certo limite. Sem taxa de carregamento, administrativas e de saída. Apenas de Gestao de 1,2% para um fundo 40%Variavel+60%Fixa.

    E os planos individuais antigos, renda garantida. Que dão IGPM + 6% ao ano, bem acima dos proprios titulos do tesouro direto, porém com a desvantagem de se ter 9% de taxa de carregamento.

    Se quiser/puder passar email para contato, posso explicar melhor os planos. Mas a principio é isso, e creio que até certo ponto, com planejamento, estes tipos de previ.privada se tornam boas opções de investimento.

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  37. Bobagem essas paradas só comem seu dinheiro em taxa, não rende nada. Pega toda grana e bota parte em ações boas e parte em título do governo que vai ficar muito mais rico.

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  38. Parabens pelo blog, tenho um plano PGBL, sendo que sou solteira e opto pela declaração simplificada (poucos gastos), estava mesmo com a sensação de estar perdendo dinheiro, com as suas explicações, tive certeza... Acho que a única vantagem do plano é para quem tem muitos gastos dedutíveis (muitos dependentes, muitos gastos com saúde, educação etc) e investe 12% da renda, para assim conseguir algum retorno com a dedução no IR, mas não é meu caso... enfim, o nariz de palhaço da parte 2 me pertence rsrs

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  39. Será que Viver de Renda está "comprado" pelo sistema!? Já que depois dos "tapas" (parte 1 e 2) nos planos de previdência privada dos bancos brasileiros... deixou de concluir o artigo?! (rsrsrs)!!! Espero que não!

    Nunca tinha visto ninguém manifestar tão veemente contra os planos de previdência...

    Estamos aguardando o complemento!

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  40. IF, você planeja concluir este artigo em algum momento? Acredito que ainda tem muito valor.

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  41. IF, compartilho da opinião do amigo acima, a conclusão deste artigo é de alto valor para nós! Embora tenha procurado em outros sites, nenhum aborda de forma tão clara estes tipos de planos.

    Será que sai agora em 2014 ?

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    1. Acredito que não!
      Fiquei muito decepcionado, pois desde fevereiro de 2010 aguardo a conclusão. Até parei de ler o blog por isso!
      Eu sigo a orientação do Gustavo Cerbasi - zerar o imposto de renda - E faço isso no decorrer do ano já prevendo qual seria a mordida do leão. Abçs.

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    2. Eduardo,

      Infelizmente esse artigo demanda várias horas de trabalho, tempo esse que prefiro alocar em outras coisas. Não tenho pretensões de fazer por agora.

      Leofelis,

      O objetivo é ter o maior retorno com um risco X, sendo que X é você quem vai determinar. As vezes opções que pagam IR tem um retorno maior do que as que não tem com um mesmo perfil de risco, p.ex. TD vs poupança.

      Abs,

      VR.

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    3. Fair enough. Mesmo assim agradeço as inúmeras dicas úteis deste blog, um dos que aborda de forma mais pontual e clara as informações de mercado. Minha previdência vem tendendo a zero de rentabilidade anual devido ao perfil agressivo escolhido justo em 2008 quando ser agressivo sem entender muito foi muito bom na bolsa... e ainda por cima me surpreendi quando senti que, na ponta do nariz estava lá o adorno de palhaço por ter optado pelo PGBL.. O jeito é estudar mais, perder menos...

      Abs,
      Eduardo.

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  42. VF, li os artigos I e II hoje e todos os comentários do III (em revisão). Mesmo sabendo que esse é um trabalho que demanda tempo e no qual você não ganha nada, reforço os pedidos para termos uma revisão do mesmo no cenário atual de queda de taxa de carregamento, de adm (cfme comentários do Luiz Felipe) e de ganhos reais mais baixos.

    Um abraço,
    Rodrigo

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